A brusca queda na economia brasileira – OMES
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economia brasileira

Que a pandemia causada pelo coronavírus trouxe trágicos problemas a saúde da humanidade nós sabemos, contudo, a saúde não foi o único setor a sofrer com ela.

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Junto à crise sanitária o mundo vivência uma enorme crise financeira e por consequência os países menos desenvolvidos tem absorvido de forma intensa suas consequências, como acontece no Brasil, por exemplo.

Nessa esteira, e com a divulgação dos novos dados sobre ela, iremos falar da possível baixa na rentabilidade econômica brasileira e da lenta evolução da economia interna.

Vamos lá.

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Sobre a crise instalada no Brasil

Ainda no mês de julho, no dia 20, o BC – Banco Central, divulgou uma estimativa de queda nada agradável para Brasil que nesse momento necessita de investidores. De acordo com a previsão do mercado financeiro essa queda na economia brasileira no ano de 2020 deve sofrer um reajuste de 6,10% para 5,95%.

Essa previsão endossa a estimativa de recuo do PIB – Produto Interno Bruto, o maior e mais importante indicador modelador da economia do país. Ainda, segundo alguns especialistas na área da economia, não devemos receber boas notícias nem tão cedo, porém, apenas em 2021 o crescimento será projetado em torno de 3,50%, contudo essa é uma expectativa que não sofreu nenhuma alteração desde a sua primeira previsão a oito semanas atrás.

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Nessa esteira, não se tem boas notícias ou previsões para os anos subsequentes; 2022 e 2023, a expectativa é de 2,50% de crescimento do PIB na economia brasileira.

Quais as expectativas da inflação?

BC – Banco Central ao consultar algumas instituições financeiras no país ouviu as possíveis projeções para o IPCA – Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo, indicador de serviços e produtos, a maioria informou que o índice se manteria em 1,72%, neste ano.

Contudo, apesar de não ser uma das melhore demonstrou estabilidade para o ano de 2021 quanto a inflação, já que não deu sinais de alteração e permanece em 3% por pelo menos cinco semanas consecutivas. As previsões para 2022 e 2023 não demonstraram alterações e se mantiveram em: 3,50% e 3,25%, respectivamente.

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A estimativa para 2020 ficou abaixo da meta de inflação que deverá ser apresentada pelo BC, já definida pelo Conselho Monetário Nacional, a meta é de 4% em 2020, observando o intervalo de tolerância de 1,5% para mais ou para menos, ou seja, o limite menor de 2,5% e o maior de 5,5%.

Quais as expectativas da Taxa Selic?

O BC utiliza a taxa Selic para regular e alcançar a meta de inflação, sendo o instrumento principal para a taxa básica de juros, atualmente em 2,25% ao ano firmado pelo Comitê de Política Monetária (Copom).

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As projeções do mercado financeiro quanto ao percentual da Selic para 2020 é de até 2% ao ano. Já com relação ao fim de 2021, a expectativa para a taxa básica é que fique em torno de 3% ao ano. Em 2022, a previsão é que alcance o índice de 5% ao ano e, por fim, em 2023, 6% ao ano.

Ao sinalizar uma redução da Selic, o Copom, induz o mercado financeiro a baratear o crédito, que funciona como um incentivo à produção e ao consumo, por consequência reduz o controle da inflação e estimula atividade econômica.

Contudo, as instituições financeiras avaliam outros fatores, além desses, na hora de definir os juros cobrados aos consumidores, por exemplo, o risco na inadimplência, no lucro e das despesas administrativas.

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Quais as expectativas do Dólar?

Com bom humor, no dia 22/07, o dólar comercial apresentou um breve recuo e fechou com o valor de R$ 5,114, esse recuo significa cerca de R$ 0,097 (-1,87%). O divisor de águas está no valor mais baixo marcado desde 12 de junho, quando encerrou o dia no valor de R$ 5,045.

Essa precificação de valores ocorre em reação ao movimento financeiro provocado pelos investidores, eles comparam dólares com a intenção de montarem posições contra o real e protegerem suas aplicações em outros mercados.

Assim, com a melhora do mercado financeiro – ainda que brevemente, o ambiente global e os sinais de fragilidade do dólar no mundo, surgiu a possibilidade de ajustes na cotação.

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Contudo, esse otimismo demonstrado no mercado cambial não se estendeu a bolsa. A Ibovespa, da B3 (a bolsa de valores brasileira), apresentou uma leve queda, fechando em 104.290 pontos, o percentual de queda de 0,02%.

Quais os prejuízos na produção de veículos?

Um dos fatores negativos com a crise é a produção de veículos, a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) divulgou uma queda nos indicadores de produção; os prejuízos alcançaram o valor de 50,5% no primeiro período de 2020.

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